Sessão do CSMP homenageia Munir Cury, um dos criadores do ECA
Homenagem reuniu convidados, familiares e colegas de profissão do Procurador de Justiça aposentado
A sessão desta terça-feira (4), realizada pelo Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo (CSMP), homenageou o Procurador de Justiça aposentado Munir Cury, um dos principais artífices do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O 3° Vice-Presidente da Associação Paulista do Ministério Público (APMP), Renato Kim Barbosa, acompanhou a homenagem.
A sessão foi presidida pelo decano do colegiado, Plínio Gentil. Compuseram a mesa: Liliana Mercadante Mortari, Corregedora-Geral do MPSP; Luciana Bergamo, Secretária do Conselho Superior; Fausto Junqueira de Paula, Subprocurador-Geral de Justiça de Tutela Coletiva e Diretor de Relações Públicas da APMP, convidado a falar em nome da PGJ; Luiz Antônio Marrey, Procurador de Justiça e Procurador-Geral de Justiça do Estado de São Paulo por três mandatos (1996-1998, 1998-2000 e 2002-2004); os membros do CSMP Marcos Stefani (Vice-Secretário), José Carlos Cosenzo, Marcelo Orlando Mendes (Diretor de Esportes da APMP), Patrícia Moraes Aude, Vera Lúcia de Camargo Braga Taberti e Virgílio Antonio Ferraz do Amaral; e Marcelo Dawalibi, Procurador de Justiça e 2º Tesoureiro da APMP.
Munir Cury afirmou ser apaixonado pela fraternidade universal, sentimento que conduziu sua atuação como curador e coordenador das Promotorias da Infância e Juventude. Emocionado, reconheceu a participação de dois colegas e amigos, os Procuradores de Justiça Paulo Afonso Garrido de Paula e Jurandir Marçura: “Essa homenagem é extensiva a eles e a tantas outras pessoas que trabalharam pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, pela ideia que foi gerada aos poucos pela sociedade paulista e depois pela sociedade de todo o Brasil.”
A Promotora de Justiça Isabella Kaial Cury Gaspar, neta do homenageado, leu, emocionada, a dedicatória escrita por seu avô na versão original do Estatuto da Criança e do Adolescente. A cópia manuscrita, com anotações feitas por Munir de próprio punho, está em exposição na sala de reuniões do colegiado.
“Eu agradeço muito ao meu avô pelos ensinamentos de vida e, como agora sou uma profissional do Direito, uma Promotora de Justiça, espero poder retribuir à sociedade, principalmente à criança e ao adolescente, todo o ensinamento e todo o aprendizado que recebi ao longo da vida do meu avô”, disse Isabella.